Extrações


As primeiras coisas que se lembramos ao se extrair um dente é: Um procedimento que exige força, relata-se dor e um grande desconforto pós operatório. É imprescindível saber que é um procedimento de “jeito” e não de força. A dor é saneada durante o procedimento com anestesia e diminuída pós operatória pela excelência na técnica cirúrgica e amenizada ou até excluída com analgésicos e um pós operatório correto.

A antibioticoterapia profilática deve ser submetida quando indicada. Há inúmeras técnicas de extração dental onde a radiografia inicial indica a melhor técnica a ser seguida. A extração é um procedimento de última instância só indicada quando não há mais possibilidade de tratamento, periodontal, protético e/ou endodôntico, por extensa lesão cariosa ou óssea , não preservação do assoalho da câmara pulpar, mobilidade dental severa não passível de tratamento endodôntico e/ou periodontal, grande extrusão dificultando a oclusão e a estética, pouquíssima estrutura radicular remanescente, onde o tamanho da raiz remanescente é menor que a altura da coroa dental necessária para estabelecer a oclusão.


É imprescindível saber que é um procedimento de “jeito” e não de força.


Raiz curta, e com paredes finas não compatíveis a colocação de pinos devem ser removidas. As extrações podem ser feitas em consultas de urgência sem antes uma anamnese adequada e um exame clínico correto. Repouso de no mínimo 24 horas, alimentação líquida e pastosa, uso de enxaguatórios bucais são indicados no pós operatório. O paciente deve retornar até uma semana depois para reconsulta e remoção da sutura. O fio de nylon é a primeira alternativa na hora dos pontos, pois acumula menos placa bacteriana.

Extrações


As primeiras coisas que se lembramos ao se extrair um dente é: Um procedimento que exige força, relata-se dor e um grande desconforto pós operatório. É imprescindível saber que é um procedimento de “jeito” e não de força. A dor é saneada durante o procedimento com anestesia e diminuída pós operatória pela excelência na técnica cirúrgica e amenizada ou até excluída com analgésicos e um pós operatório correto.

A antibioticoterapia profilática deve ser submetida quando indicada. Há inúmeras técnicas de extração dental onde a radiografia inicial indica a melhor técnica a ser seguida. A extração é um procedimento de última instância só indicada quando não há mais possibilidade de tratamento, periodontal, protético e/ou endodôntico, por extensa lesão cariosa ou óssea , não preservação do assoalho da câmara pulpar, mobilidade dental severa não passível de tratamento endodôntico e/ou periodontal, grande extrusão dificultando a oclusão e a estética, pouquíssima estrutura radicular remanescente, onde o tamanho da raiz remanescente é menor que a altura da coroa dental necessária para estabelecer a oclusão.


É imprescindível saber que é um procedimento de “jeito” e não de força.


Raiz curta, e com paredes finas não compatíveis a colocação de pinos devem ser removidas. As extrações podem ser feitas em consultas de urgência sem antes uma anamnese adequada e um exame clínico correto. Repouso de no mínimo 24 horas, alimentação líquida e pastosa, uso de enxaguatórios bucais são indicados no pós operatório. O paciente deve retornar até uma semana depois para reconsulta e remoção da sutura. O fio de nylon é a primeira alternativa na hora dos pontos, pois acumula menos placa bacteriana.